Brasileiros famosos que morreram em acidentes: de Rick e Marília Mendonça a Ayrton Senna

Por Paula Guarini

Atualizado em 30 de setembro de 2026.

Algumas notícias ficam ligadas a uma época de maneira tão forte que, mesmo décadas depois, muita gente ainda se lembra de onde estava quando soube. Foi assim com os Mamonas Assassinas, com Ayrton Senna, com Gugu Liberato, com Marília Mendonça e, mais recentemente, com Rick, da dupla Rick & Renner.

Este artigo não pretende apenas listar pessoas famosas que morreram em acidentes. A proposta é entender quem elas eram, por que se tornaram importantes, em que momento de suas trajetórias estavam e por que suas histórias continuam sendo lembradas.

A seleção não pretende reunir todos os brasileiros conhecidos que morreram acidentalmente. Foram priorizados casos de grande repercussão cultural, esportiva ou popular e cuja natureza acidental esteja suficientemente documentada por fontes jornalísticas, arquivos históricos ou investigações oficiais.

A seguir, em ordem cronológica decrescente, do caso mais recente aos mais antigos, relembre brasileiros famosos que perderam a vida em acidentes e marcaram gerações.

Galeria com Rick Sollo, Marília Mendonça, MC Kevin, Aleksandro, Gugu Liberato, Gabriel Diniz, Ricardo Boechat, Cristiano Araújo, Claudinho, Marcelo Fromer, João Paulo, Mamonas Assassinas e Ayrton Senna

2026 — Rick Sollo: uma das vozes que atravessaram décadas do sertanejo

Geraldo Antônio de Carvalho, o Rick da dupla Rick & Renner, já fazia parte da história do sertanejo havia décadas. A parceria com Renner ganhou projeção nacional nos anos 1990 e acumulou sucessos como “Ela é Demais”, “Cara Metade” e “Nos Bares da Cidade”. Rick também teve uma carreira importante como compositor.

Em 21 de setembro de 2026, Rick estava em um helicóptero Bell 430 que caiu na Serra Catarinense. Os destroços foram encontrados no dia seguinte na região de Urubici. As cinco pessoas a bordo morreram. Rick tinha 59 anos.

O que se sabe sobre a causa: a investigação do CENIPA continua em andamento. Em 29 de setembro, a FAB informou que o helicóptero voava em espaço aéreo não controlado, condição que não representa irregularidade por si só. Até esta atualização, clima, falha mecânica ou erro humano não foram apontados oficialmente como causa definitiva.

Para saber mais: leia a reportagem sobre a localização do helicóptero e veja a reportagem sobre a investigação da FAB.

2022 — Aleksandro: uma trajetória interrompida na estrada

Luiz Aleksandro Talhari Correia ficou conhecido nacionalmente como Aleksandro, da dupla Conrado & Aleksandro. A dupla construiu sua trajetória no sertanejo ao longo de anos de shows e gravações, com Aleksandro permanecendo como uma de suas principais referências.

Em 7 de maio de 2022, o ônibus que transportava a equipe sofreu um acidente na Rodovia Régis Bittencourt, na altura de Miracatu, interior de São Paulo. Aleksandro, de 34 anos, estava entre as vítimas fatais.

Para saber mais: conheça a trajetória de Aleksandro e relembre o acidente.

2021 — Marília Mendonça: uma artista que mudou o espaço das mulheres no sertanejo

Antes mesmo de o Brasil conhecer sua voz como cantora, Marília Mendonça já escrevia músicas para outros artistas. Depois de se lançar como intérprete, tornou-se rapidamente um dos maiores nomes da música brasileira e uma das principais figuras do chamado feminejo.

Em 5 de novembro de 2021, o avião em que Marília viajava para cumprir agenda profissional em Minas Gerais sofreu um acidente próximo a Piedade de Caratinga. Ela tinha 26 anos. Outras quatro pessoas também morreram.

O relatório do CENIPA analisou o perfil de aproximação da aeronave e a colisão com cabos de uma linha de transmissão. O documento também deixou claro que investigações aeronáuticas têm finalidade preventiva.

Para saber mais: consulte o registro do CENIPA sobre o acidente de Marília Mendonça.

2021 — MC Kevin: uma das vozes de uma nova geração do funk

Kevin Nascimento Bueno, o MC Kevin, tornou-se conhecido no funk paulista ainda muito jovem. Sua carreira representa também uma geração de artistas que alcançou públicos enormes por meio das plataformas digitais e das redes sociais.

Kevin tinha 23 anos quando morreu em 16 de maio de 2021, após cair da varanda do quinto andar de um hotel na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. A Polícia Civil investigou o caso, e laudo divulgado posteriormente apontou para uma queda acidental.

Para saber mais: leia a reportagem da Agência Brasil sobre o laudo da Polícia Civil.

2019 — Gugu Liberato: o apresentador que entrou na casa de milhões de brasileiros

Para quem cresceu assistindo à televisão brasileira entre os anos 1980 e 2000, Gugu Liberato foi uma das figuras mais conhecidas dos domingos. Ele comandou programas de auditório, atrações musicais, entrevistas e quadros populares por décadas.

Em novembro de 2019, Gugu sofreu uma queda acidental de aproximadamente quatro metros enquanto fazia um reparo em sua residência em Orlando, nos Estados Unidos. Ele sofreu graves lesões e morreu aos 60 anos.

Para saber mais: leia a reportagem sobre a morte de Gugu Liberato.

2019 — Gabriel Diniz: o sucesso de “Jenifer” interrompido no auge

Gabriel Diniz já trabalhava com música antes de alcançar projeção nacional, mas foi “Jenifer” que o transformou em um dos nomes mais conhecidos do verão e do Carnaval de 2019.

Em 27 de maio de 2019, o avião em que ele viajava caiu no município de Estância, em Sergipe. Gabriel tinha 28 anos. Os dois pilotos também morreram. A investigação do CENIPA apontou uma combinação de fatores contribuintes, entre eles condições meteorológicas adversas, planejamento, julgamento de pilotagem, processo decisório e indisciplina de voo.

Fonte oficial: veja a publicação da ANAC sobre as conclusões do CENIPA.

2019 — Ricardo Boechat: uma das vozes mais reconhecidas do jornalismo brasileiro

Ricardo Boechat construiu uma longa carreira no jornalismo impresso, no rádio e na televisão. Sua voz e seu estilo direto de comentar as notícias o tornaram uma figura reconhecida por milhões de brasileiros.

Em 11 de fevereiro de 2019, Boechat voltava de Campinas para São Paulo depois de um compromisso profissional quando o helicóptero em que estava caiu nas proximidades do Rodoanel. Boechat e o piloto morreram. O CENIPA investigou o acidente e analisou fatores relacionados à manutenção e à operação da aeronave.

Para saber mais: leia a reportagem sobre as conclusões do CENIPA.

2016 — Chapecoense: o voo para uma final que nunca aconteceu

A Chapecoense vivia um dos momentos mais extraordinários de sua história em 2016. O clube havia chegado à final da Copa Sul-Americana e viajava para Medellín, na Colômbia, quando o avião caiu em 29 de novembro.

Ao todo, 71 pessoas morreram e seis sobreviveram. Entre as vítimas estavam jogadores, integrantes da comissão técnica e diretoria, jornalistas e tripulantes. A comoção ultrapassou o futebol brasileiro, e posteriormente a Conmebol declarou a Chapecoense campeã da competição.

Para saber mais: relembre a homenagem e o título concedido à Chapecoense.

2016 — Domingos Montagner: do circo à televisão brasileira

Antes de se tornar conhecido nacionalmente pelas novelas, Domingos Montagner tinha uma longa história no circo e no teatro. Em 2016, interpretava Santo, um dos personagens centrais de “Velho Chico”.

Durante uma pausa nas gravações em Sergipe, Montagner foi nadar no Rio São Francisco acompanhado da atriz Camila Pitanga. Uma forte correnteza atingiu os dois. Ela conseguiu alcançar uma região segura, enquanto o ator desapareceu. Montagner tinha 54 anos. O IML confirmou a morte por afogamento.

Para saber mais: leia a reportagem da Agência Brasil sobre o acidente.

2015 — Cristiano Araújo: uma carreira sertaneja em plena ascensão

Cristiano Araújo passou anos construindo sua carreira até alcançar projeção nacional. Quando morreu, estava em uma fase de enorme exposição, com sucessos nas rádios e agenda intensa de apresentações.

Na madrugada de 24 de junho de 2015, ele retornava de um show em Itumbiara, Goiás, quando a Land Rover em que viajava saiu da pista e capotou na BR-153. Cristiano tinha 29 anos. Sua namorada, Allana Moraes, também morreu.

Para saber mais: relembre a cobertura do acidente de Cristiano Araújo.

2014 — Fernandão: capitão e ídolo de uma geração de torcedores

Fernandão teve uma relação especialmente forte com o Internacional. Foi capitão do time campeão da Libertadores e do Mundial de Clubes em 2006 e se tornou um dos grandes símbolos daquela geração colorada.

Em 7 de junho de 2014, Fernandão estava em um helicóptero que caiu no interior de Goiás, próximo ao Rio Araguaia. As cinco pessoas a bordo morreram. Ele tinha 36 anos.

Para saber mais: leia a reportagem sobre o acidente que matou Fernandão.

2002 — Claudinho: uma das caras do funk melody dos anos 1990

Claudinho & Buchecha representam uma fase importante da popularização do funk melody brasileiro. A dupla saiu de São Gonçalo e alcançou o país com músicas como “Quero Te Encontrar” e “Só Love”.

Na madrugada de 13 de julho de 2002, Claudinho voltava de uma apresentação em Lorena, São Paulo, quando o carro em que viajava sofreu um acidente na Rodovia Presidente Dutra. Ele morreu no local.

Para saber mais: leia a reportagem da Agência Brasil publicada na época.

2001 — Marcelo Fromer: um dos fundadores dos Titãs

Marcelo Fromer esteve na formação dos Titãs, uma das bandas mais importantes do rock brasileiro surgido nos anos 1980. Como guitarrista, participou da trajetória de um grupo que atravessou décadas e produziu músicas incorporadas à cultura popular.

Em junho de 2001, Fromer foi atropelado por uma motocicleta em São Paulo. Foi hospitalizado em estado gravíssimo e morreu dois dias depois, aos 39 anos.

Para saber mais: relembre a cobertura sobre Marcelo Fromer.

1997 — João Paulo: metade de uma das duplas sertanejas mais populares dos anos 1990

Antes da longa carreira solo de Daniel, existiu João Paulo & Daniel. A dupla foi um dos grandes nomes da expansão nacional do sertanejo romântico nos anos 1990.

Na madrugada de 12 de setembro de 1997, João Paulo voltava de uma apresentação quando o carro que dirigia sofreu um acidente na Rodovia dos Bandeirantes. O veículo capotou e pegou fogo.

Para saber mais: leia a reportagem da época sobre o acidente de João Paulo.

1997 — Chico Science: o homem que colocou o manguebeat no mapa

Francisco de Assis França, o Chico Science, liderava a Nação Zumbi e foi figura central do movimento manguebeat, que misturou maracatu, rock, hip-hop e outras influências e ajudou a reposicionar a música pernambucana no cenário nacional.

Em 2 de fevereiro de 1997, Chico sofreu um acidente de carro na ligação entre Recife e Olinda. O veículo colidiu com um poste. Ele tinha apenas 30 anos.

Para saber mais: leia a reportagem da época sobre o acidente de Chico Science.

1996 — Mamonas Assassinas: poucos meses foram suficientes para marcar uma geração

Em 1995, os Mamonas Assassinas explodiram no país com uma mistura de rock, humor, figurinos irreverentes e letras que rapidamente passaram a ser repetidas por crianças, jovens e adultos. Dinho, Bento Hinoto, Júlio Rasec e os irmãos Samuel e Sérgio Reoli se transformaram em fenômeno nacional.

Na noite de 2 de março de 1996, o Learjet que os trazia de Brasília para São Paulo colidiu com a Serra da Cantareira. Todos os ocupantes morreram. O CENIPA investigou o acidente e analisou diferentes fatores relacionados à aproximação e à operação.

Para saber mais: relembre o acidente dos Mamonas Assassinas.

1994 — Ayrton Senna: o acidente que parou o Brasil

Ayrton Senna foi tricampeão mundial de Fórmula 1 e se tornou muito mais do que um piloto de sucesso. Para milhões de brasileiros, assistir às suas corridas aos domingos fazia parte da rotina familiar.

Em 1º de maio de 1994, Senna sofreu um acidente na curva Tamburello durante o Grande Prêmio de San Marino, no circuito de Ímola, na Itália. Ele tinha 34 anos. Sua morte ocorreu em um fim de semana que também vitimou o piloto Roland Ratzenberger e se tornou um marco para as discussões de segurança da Fórmula 1.

Para saber mais: relembre a temporada de 1994 no acervo de Ayrton Senna.

1994 — Dener: um dos jovens talentos mais promissores do futebol brasileiro

Dener Augusto de Sousa ganhou projeção na Portuguesa e, em 1994, estava emprestado ao Vasco. Tinha apenas 23 anos e era visto como um jogador de enorme habilidade.

Em 19 de abril de 1994, Dener era passageiro de um automóvel que colidiu contra uma árvore na região da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro. Ele morreu no acidente; o motorista sobreviveu.

Para saber mais: leia a cobertura da época sobre o acidente de Dener.

1993 — Jessé: a voz de “Porto Solidão”

Para quem não viveu os anos 1980, Jessé pode ser uma descoberta. O cantor ficou nacionalmente conhecido com “Porto Solidão”, apresentada no festival MPB-80, e marcou sua geração pela potência vocal.

Em 29 de março de 1993, Jessé seguia de carro para uma apresentação no Paraná quando sofreu um acidente automobilístico. Ele tinha 40 anos.

Para saber mais: conheça mais sobre Jessé e sua trajetória.

1991 — Gonzaguinha: muito além de ser filho de Luiz Gonzaga

Gonzaguinha construiu identidade própria como cantor e compositor e deixou músicas como “O Que É, O Que É?”, “Explode Coração” e “Começaria Tudo Outra Vez”. Sua obra atravessou canções românticas e composições de forte conteúdo social.

Em 29 de abril de 1991, depois de uma apresentação no Paraná, o automóvel em que viajava colidiu com outro veículo na estrada entre Renascença e Marmeleiro. Gonzaguinha morreu aos 45 anos.

Para saber mais: relembre no Acervo de O Globo o acidente de Gonzaguinha.

1977 — José Carlos Pace: o brasileiro que venceu em Interlagos

Antes de Nelson Piquet e Ayrton Senna conquistarem campeonatos mundiais, José Carlos Pace, o Moco, já representava o Brasil na Fórmula 1. Seu maior momento foi a vitória no Grande Prêmio do Brasil de 1975, em Interlagos. O autódromo paulistano leva oficialmente seu nome.

Em 18 de março de 1977, Pace estava em um avião monomotor que caiu na região de Mairiporã, na Serra da Cantareira. Os três ocupantes morreram. Ele tinha 32 anos.

Para saber mais: relembre o acidente de José Carlos Pace.

1977 — Maysa: uma voz que ajudou a definir uma época da música brasileira

Maysa foi cantora e compositora e se tornou uma das vozes mais marcantes da música brasileira entre as décadas de 1950 e 1960. Canções como “Meu Mundo Caiu” ficaram associadas à sua interpretação intensa e dramática.

Em 22 de janeiro de 1977, ela morreu em um acidente automobilístico na Ponte Rio-Niterói. Tinha 40 anos.

Para saber mais: leia a reportagem que relembra Maysa e sua trajetória.

1973 — Agostinho dos Santos: uma voz brasileira que chegou ao mundo

Agostinho dos Santos teve projeção internacional e sua voz ficou associada a músicas do filme “Orfeu Negro”, entre elas “Manhã de Carnaval” e “A Felicidade”. Também esteve na histórica apresentação da bossa nova no Carnegie Hall, em Nova York, em 1962.

Em 11 de julho de 1973, Agostinho estava no voo Varig 820, que seguia para a Europa. Próximo a Paris, um incêndio a bordo produziu intensa fumaça e a tripulação realizou um pouso de emergência nas proximidades do Aeroporto de Orly. Agostinho estava entre as vítimas. Tinha 41 anos.

Para saber mais: leia a reportagem histórica sobre o voo Varig 820.

1972 — Leila Diniz: uma mulher que desafiou os costumes de sua época

Leila Diniz não foi apenas uma atriz conhecida. Sua forma de falar sobre relacionamentos, maternidade e liberdade feminina rompeu convenções no Brasil dos anos 1960 e início dos anos 1970. Sua imagem e suas entrevistas passaram a representar mudanças de comportamento que estavam acontecendo na sociedade.

Em 14 de junho de 1972, Leila retornava de um festival de cinema na Austrália quando morreu no acidente do voo 471 da Japan Airlines, próximo a Nova Délhi, na Índia. Ela tinha 27 anos.

Fonte institucional: conheça a história de Leila Diniz no Arquivo Nacional.

1952 — Francisco Alves: o “Rei da Voz” que o Brasil inteiro conhecia

Para entender a dimensão de Francisco Alves, é preciso voltar a uma época anterior à televisão. Durante as décadas de 1920, 1930 e 1940, o rádio era o principal meio de comunicação de massa do país, e Francisco Alves se tornou uma das maiores estrelas dessa era, ganhando o apelido de “Rei da Voz”.

Em 27 de setembro de 1952, Francisco Alves voltava de São Paulo para o Rio de Janeiro quando sofreu um acidente automobilístico na antiga estrada Rio–São Paulo, atual Via Dutra, na região de Pindamonhangaba. Ele tinha 54 anos. A notícia provocou enorme comoção nacional.

Para saber mais: conheça a homenagem da Câmara dos Deputados a Francisco Alves.

O que todas essas histórias têm em comum?

Há mais de sete décadas separando a morte de Francisco Alves, em 1952, do acidente que matou Rick em 2026. Nesse intervalo, mudou quase tudo: o rádio deu espaço à televisão, a televisão passou a dividir atenção com a internet e diferentes estilos musicais, esportes e formas de entretenimento criaram novas gerações de ídolos.

Mesmo assim, algo permanece. Essas pessoas não são lembradas apenas por causa da maneira como morreram. Continuam sendo lembradas principalmente pelo que construíram antes do acidente.

Francisco Alves ajuda a contar a história do rádio brasileiro. Leila Diniz representa mudanças de comportamento de sua época. Maysa marcou a música. Senna tornou os domingos de Fórmula 1 um ritual para milhões de brasileiros. Os Mamonas fizeram em poucos meses o que muitos artistas não conseguem em décadas. Chico Science modificou a música pernambucana contemporânea. Gugu fez parte da infância e da juventude de milhões de pessoas. Marília Mendonça mudou o espaço das mulheres no sertanejo.

Conhecer como essas trajetórias terminaram é parte da história. Entender por que essas pessoas eram importantes antes daquele último dia é o que permite compreender por que suas mortes marcaram gerações.

Perguntas frequentes

Qual é o caso mais recente desta seleção?

É o de Rick Sollo, da dupla Rick & Renner, morto em setembro de 2026 após a queda de um helicóptero em Santa Catarina. A investigação do CENIPA ainda está em andamento.

Por que nem todos os brasileiros famosos que morreram em acidentes aparecem?

Porque este conteúdo é uma seleção editorial, não uma lista completa. Foram priorizadas personalidades cuja trajetória teve relevância cultural ou esportiva ampla e casos em que a morte acidental pode ser sustentada por documentação confiável.

As causas apresentadas são sempre definitivas?

Não. Quando existe investigação oficial concluída, o artigo procura priorizá-la. Quando a investigação ainda está aberta, como no caso de Rick, isso é informado claramente e hipóteses não são tratadas como conclusão.

Por que o link da reportagem aparece junto de cada história?

Porque isso permite que o leitor aprofunde exatamente o caso que despertou seu interesse e também torna transparente de onde vêm as informações utilizadas no artigo.

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